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Histórico


Quase Nada 310

 

Quase Nada 310

 



Categoria: tiras
Escrito por Fabio Moon às 16h18
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As nossas letras.

Numa outra ocasião, posso falar mais sobre as diferentes etapas da nossa relação com o letreiramento das nossas histórias, desde o momento em que começamos a usar fontes de computador no fanzine, ou de quando começamos a ter nossas histórias “letreiradas” por outras pessoas (uma delas o Nate Piekos, que por acaso tinha feito várias fontes que usamos com o passar dos anos), até o momento em que decidimos tentar tornar nossos Quadrinhos um pouco mais nossos voltando a letreirá-los nós mesmos e, se possível, à mão.

Existe uma tradição nos Quadrinhos em buscar uma uniformidade de certos aspectos da produção das histórias. Se as calhas entre os Quadrinhos tem o mesmo tamanho, o leitor se acostuma com elas e elas não chamam mais atenção do que os desenhos, é como se elas desaparecessem. O letreiramento de quadrinhos muitas vezes segue essa tradição, tentando criar um visual uniforme para os balões e para as letras para que elas ajudem a contar a história ao invés de distrair o leitor durante a leitura. Com o surgimento das letras de computador para Quadrinhos, foi possível para vários artistas produzir páginas que possuíam balões e letras com o mesmo padrão que as revistas das grandes editoras, que passaram a utilizar as novas tecnologias praticamente ao mesmo tempo que os artistas independentes. Essa inovação nos Quadrinhos, nos anos 90, possibilitou que o nosso fanzine 10 Pãezinhos, com suas cópias em xerox preto e branco, competisse e chamasse atenção em meio a todas as outras publicações encontradas nas lojas especializadas em que ele era vendido. Um dos pioneiros das letras por computador, Richard Starkings, criou a empresa Comicraft , que serve de referência em letreiramento para quadrinhos. Outra empresa que faz várias fontes e letreira várias histórias é a Blambot , do Nate Piekos.

Até hoje, utilizamos o computador para fazer as letras e os balões das nossas histórias.

Ainda assim, existe uma outra tradição de Quadrinhos, onde o estilo pessoal de cada artista vai além do desenho, incluindo também o balão e a letra. O Will Eisner incorporava as letras à narrativa, e isso dava um charme a mais às suas histórias. O Moebius achava absurdo outra pessoa letreirasse suas histórias, já que os balões utilizam tanto espaço da página, e ele mesmo acabou letreirando a história do Surfista Prateado que desenhou para a Marvel em 1988, fugindo aos padrões da época para um gibi de super-heróis. A ideia de que a letra do artista é parte indispensável do visual da história é muito forte no Quadrinho francês em geral, assim como no quadrinho autoral americano.

Fazer as letras à mão dá trabalho pra caramba. Quando você publica suas histórias em pelo menos duas línguas (português e inglês, no nosso caso), fica impossível fazer tudo na mesma página, mas mesmo assim você quer que a aparência da página (incluindo sua letra) seja a mesma. Assim, mesmo se fizéssemos as letras e os balões manualmente, na página, achamos que a hora de desenvolver uma fonte a partir da nossa letra tinha chegado. E foi aí que chamamos o Nate. Além dele ser um ótimo letrista e de já termos trabalhado com ele (ele é o letrista do Umbrella Academy e do Sugarshock nos Estados Unidos), ele também é um ótimo designer de fontes de computador, e tem feito um trabalho incrível transformando a letra de vários artistas em fontes de computador.

O Primeiro trabalho que demos para o Nate foi fazer a fonte a partir da letra do Bá. O Bá sempre teve a letra mais bonita que a minha, e sua letra sempre foi mais uniforme. Seu TCC na faculdade era uma história em Quadrinhos que ele letreirou à mão, e a partir daí ele definiu o visual de sua letra em seus Quadrinhos. Foi no ano passado, e já estávamos no processo final do “Dois Irmãos”. Além da edição em português da Quadrinhos na Cia, já estávamos negociando edições em francês, inglês e italiano. Queríamos a letra do Bá em todas as versões.

Desde 2008, voltamos a letreirar quadrinhos manualmente, na nossa tira semanal da Folha, a Quase Nada. Buscando uma unidade maior entre as tiras que o Bá fazia com as minhas, substituimos as letras por fontes de computador nas versões finais. Ainda assim, voltamos a praticar. Além disso, comecei a letreirar à mão as histórias curtas que tenho feito desde 2013, para tentar aprimorar e definir meu estilo. Depois do resultado incrível que tivemos com as fontes do Bá, vi que era uma questão de tempo para chamarmos o Nate para fazer sua mágica com a minha letra.

Eu pretendo continuar letreirando minhas próximas histórias manualmente, desenhando os balões, fazendo as letras em pelo menos uma língua diretamente na página. Cada vez mais, tenho tentado fazer com que todos os aspectos da produção das histórias se misture melhor, passando pelo lápis, pela arte-final, passando pelos balões e pelas letras, até chegar na cor.

Agora, com nossas letras transformadas em fontes, podemos fazer isso em várias línguas pelo mundo todo.



Escrito por Fabio Moon às 15h00
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Quase Nada 309

 

Quase Nada 309

 



Categoria: tiras
Escrito por Fabio Moon às 15h21
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Quase Nada 308

 

Quase Nada 308

 



Categoria: tiras
Escrito por Gabriel Bá às 15h47
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Novas receitas, novos ingredientes



Nós adoramos Quadrinhos, em todas as suas diferentes vertentes, e acreditamos que todas possibilidades são empolgantes, cada gênero tem seus atrativos, seus pontos fortes. Histórias em Quadrinhos não são uma coisa só, não é tudo igual, não é só isso ou só aquilo. Em todo novo trabalho, gostamos de explorar novos desafios, desenvolver ao máximo a linguagem. 

Eu queria algo diferente para o Dois Irmãos, estava achando meu desenho muito detalhado, meio duro. Estava “desenhando muito”, “desenhando tudo”, ao invés de sintetizar, fazer escolhas mais radicais e abstrair. Eu queria fazer algo mais gráfico do que eu estava fazendo, algo mais corajoso.

Depois de anos publicando HQs coloridas (nos EUA, todos nossos Quadrinhos que não são independentes são coloridos), queria voltar ao desenho em preto e branco, ao contraste, ao expressionismo. Quando você trabalha muito tempo com cor, acaba se acostumando a deixar soluções para as cores, nem tudo é resolvido somente no desenho. Minhas páginas ficaram mais claras, cheias de detalhes, com menos preto. Muitas de minhas influências artísticas são artistas que trabalham bem a arte em P&B: Flavio Colin, Laerte, Frank Miller, Mike Mignola, Eduardo Risso, Sergio Toppi. A tecnologia tornou mais fácil e mais barato fazer HQs coloridas e muitos no Brasil, editoras e artistas independentes, deixaram de lado as publicacões em P&B, querem partir direto para as cores. Eu, que cresci lendo Chiclete com Banana e Circo, sempre achei P&B a coisa mais legal do mundo.

Mesmo com quase 20 anos de carreira, eu continuo conhecendo trabalhos de novos artistas (jovens ou velhos) e o processo de formação do meu estilo continua sempre em movimento. As influências podem vir de qualquer lugar, qualquer linguagem.

Tenho gostado cada vez mais de artistas com estilos mais sintéticos, que mesmo com desenhos que parecem simples, conseguem retratar sentimentos, movimento, ação, drama. Adoro olhar para desenhos animados e ver o “desenho de produção”, todo o trabalho para desenvolver uma história e criar um universo onde tudo dialogue, dos personagens ao cenário. Isso é estilo, quando tudo conversa, tudo combina. Pode ser um desenho da Pixar, como UP! ou Brave, ou Madagascar e Kung Fu Panda, da Dreamworks, até as Powerpuff Girls. Quanto mais estilizado, mais expressivo.

Nessa linha mais estilizada, tem o trabalho de três artistas que chamaram minha atenção. 

O primeiro é o Bryan Lee O’Malley (http://radiomaru.tumblr.com), autor do Scott Pilgrim e do Seconds. Com uma forte influência de mangá, ele tem um desenho bem simples, bem sintético e que funciona para o tipo de história que ele conta, no ritmo que ele escolheu. O que me chamou atenção foi a rapidez  e a clareza que a leitura ganha com um estilo assim. Alguns quadros são quase abstratos, closes, formas, linhas, mas no conjunto da página funcionam perfeitamente. Eu não acho ele um puta artista, mas ele consegue contar muito com muito pouco e isso me interessou. 







O segundo é o Edu Medeiros (http://hellatoons.wordpress.com), autor das HQs NEEB 
A História mais triste do mundo, e das webcomics Sopa de Salsicha Open Bar, um dos quadrinistas brasileiros mais talentosos dos últimos anos. Na verdade, ele é o cara com O DESENHO MAIS FODA e ÚNICO do Quadrinho nacional. Além do tom e do senso de humor de suas histórias serem muito bons, seu desenho é MUITO FODA, indo do engraçado, ao fofo, ao dramático, conseguindo ser simples e detalhado ao mesmo tempo, funcionando tanto colorido quanto em P&B. MUITO FO-DA! Ele tem muita influência de mangás, misturado com Bill Waterson e artistas do indie-comics americanos, como Andy Watson, Guy Delisle e Dustin Harbin. 









Por último vem o Warwick Johnson Cadwell, ou simplesmente Wocco (http://warwickjohnsoncadwell.blogspot.com.br), que eu descobri pelo Instagram. Ele é um artista inglês com um desenho super “torto”, distorcido e, por isso mesmo, incrível. Você percebe quão incrível é seu estilo quando ele desenha personagens de outros artistas, personagens de filmes, de HQs, personagens de outros lugares reinterpretados pelo Wocco. (O próprio Edu Medeiros tem feito vários desenhos de personagens de video-game e filmes em seu estilo e o efeito é o mesmo). O que o desenho do Wocco me mostrou é a força da estilização, e que não importa o estilo, mas sim os detalhes que você escolhe colocar. 









É difícil mudar. Foi difícil juntar tudo isso com a bagagem que eu já tinha e criar algo novo, mas depois de 10, 20, 100 , 224 páginas, não consigo imaginar o livro de outra maneira. Também não quer dizer que meu estilo mudou para sempre. Cada nova história vai pedir por soluções diferentes. O mais importante é você buscar várias influências em lugares diferentes. Pode ser um pouco de mangá misturado com underground, um pouco de super-herói misturado com BD francesa, Matisse misturado com Saul Bass e J. Borges. Pode tudo.
Ainda bem.



Escrito por Gabriel Bá às 18h37
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O tempo do roteiro - Dois Irmãos

O maior inimigo do Quadrinista é o tempo. Tudo demora pra fazer. Demora muito, mas na maioria da vezes demora o tempo que tem que demorar.



 

Em novembro de 2010 começamos a primeira leitura do romance “Dois Irmãos” voltada para a construção do roteiro, para assimilar a história. Não era mais uma leitura por prazer, como leitor passivo, mas uma voltada a entender a história, desconstruir a fim de reconstruí-la em Quadrinhos. Um primeiro resumo da história só terminou em março de 2011. Em abril, com a história relida, fizemos as malas e fomos pra Manaus.

Voltamos de Manaus cheios de imagens, fotos, relatos, livros, conversas, cheiros e barulhos. Cheios de vontade de trabalhar no novo livro. Cheios, também, de outras viagens e compromissos. Depois de Manaus, fomos a São Luís do Maranhão pra fazer a pesquisa pra produzir um livro da série “Cidades Ilustradas”; Fomos pra FLIP, em Paraty, Gibicon em Curitiba e para Pra San Diego Comic Con International, na Califórnia, em Julho; Luanda Cartoon, em Luanda, Angola, e a Jornada da Literatura em Passo Fundo em Agosto. A partir de Setembro, começamos uma turnê de lançamento, promoção e divulgação do Daytripper aqui no Brasil. Curitiba, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro. Entramos em 2012 na mesma toada, indo a Brasília em Janeiro. Fomos para a Napoli Comicon, em Nápoles, na Itália, e para a TCAF, em Toronto, no Canadá, ambas em Maio; San Diego novamente em Julho; O Festival Quai des Bulles, em Saint Malo, na França em Outubro. 

Não estou contando vantagem e dizendo que a gente  é convidados pra vários festivais e viaja muito, “puxa, a vida glamurosa dos Quadrinistas”, mas pra mostrar que, às vezes, a vida entra num tufão e, quando você percebe, um ano e meio se passou e você não voltou ao seu roteiro. Nós nunca imaginamos que viajaríamos tanto e que isso nos tomaria tanto tempo. Participar de festivais e eventos, encontrar o público, tudo isso também é um trabalho do Quadrinista, mas ele te afasta da prancheta e da história. Nós adoramos festivais, convenções e o crescimento destes eventos têm mudado o cenário do Quadrinho nacional (para melhor), sustenta e estimula a produção nacional, principalmente dos Quadrinistas independentes. Na verdade estamos pouco a pouco nos tornando cada vez mais dependentes das convenções para vender e divulgar nosso trabalho. Mas podemos falar disso em outro texto.

A verdade é que nós só retornamos ao roteiro do “Dois Irmãos” em novembro de 2012, agora com um objetivo mais próximo e palpável: havíamos sido convidados para o Festival International de la Bande Dessinée de Angoulême, na França. O Daytripper estava concorrendo ao prêmio do festival, o que nos dava um certo destaque, e era nossa oportunidade de mostrar novos projetos às editoras francesas. Focamos nossos esforços em preparar uma parte do “Dois Irmãos” e levar pra Angoulême.

Baseado em quanto tempo tínhamos até o Festival de Angoulême, planejamos quanto da história seria possível preparar. Fizemos vinte e cinco páginas da história para mostrar aos editores franceses, uma ótima introdução aos personagens e ao drama da história. Foi o suficiente para despertar o interesse de duas editoras francesas.

Enquanto estávamos em Angoulême, recebemos por email o convite oficial para participar da delegação oficial do Brazil na feira de Frankfurt em outubro daquele ano. Seria mais uma oportunidade de mostrar o trabalho para outras editoras e, quem sabe, fechar mais edições internacionais – afinal, esta é a maior feira literária do mundo. Depois de voltar da França, estávamos super empolgados com o enorme mercado francês, com vários autores que conhecemos e com as possibilidades internacionais do nosso livro ainda inacabado. 

Voltamos ao livro, relemos, anotamos. Em maio fomos pra Portland para um congresso, aproveitamos pra conversar com alguns editores que conhecemos por lá, abrimos mais portas para a possibilidade de publicar a HQ também nos EUA. Em julho pegamos o roteiro pra valer. Dividimos a trama em três atos, fizemos uma linha do tempo da história, uma lista de todos os personagens, os locais, os nomes de plantas e animais pra ajudar na pesquisa. Preparamos três capítulos no layout, mais 47 páginas. Ainda em julho, pela primeira vez em 17 anos, nós não fomos à Comic Con de San Diego, para trabalhar no “Dois Irmãos”. Mesmo com todo esse empenho, só consegui terminar 33 páginas e completar dois capítulos para levar pra Alemanha.

A viagem pra Alemanha foi ótima, a feira de Frankfurt é realmente impressionante e nós tínhamos vários compromissos, pois estávamos lançando o Daytripper e o De:Tales por lá. Fomos pra mais quatro cidades, ficamos viajando quase o mês inteiro. Conversamos com agentes literários, com editores franceses, americanos e italianos sobre o Dois Irmãos. 

Depois de voltar da Alemanha, acabados os outros projetos, as distrações, os compromissos, focamos todos nossos esforços em fazer o roteiro até o fim, chegar ao fim da história, para conseguir planejar o resto do trabalho. Em novembro fomos novamente ao FIQ, em BH, e pra Inglaterra participar do festival Thought Bubble. Em dezembro demos três palestras em São Paulo. Em janeiro de 2014 nós terminamos a última leitura do livro fazendo anotações e escolhendo frases, diálogos, palavras. Em fevereiro, fomos para a Comic Con India, em Nova Déli, na Índia.

Somente em março finalmente terminamos o roteiro, todos os layouts, tínhamos a história inteira pensada, planejada, rascunhada. Finalmente a HQ estava ali, na nossa frente, toda escrita. Só faltava desenhar 166 páginas, mas isso já não era mais um problema. A parte difícil já tinha passado, Escrever a história, escrever um bom roteiro, isso é o mais difícil e o mais importante. 

Não importa quanto tempo demore, o roteiro precisa de trabalho, de dedicação. Não adianta ter pressa, fazer um trabalho raso, superficial, nas coxas. Uma ideia boa pode ser desperdiçada em um roteiro mal escrito, não importa quão bom seja o desenho. Já um bom roteiro pode segurar uma história mesmo com um desenho mediano, pois o leitor mergulha na história e esquece o desenho. 

No caso do “Dois Irmãos”, nós não tínhamos um prazo e pudemos levar o tempo que foi necessário para fazer o melhor trabalho possível. O importante era fazer uma boa HQ. Demorou muito, mas se tivéssemos feito mais rápido, não seria a mesma coisa. Em quatro anos, nós dois evoluímos muito como Quadrinistas, como contadores de história, como artistas, como escritores. Em quatro anos, o mundo mudou muito, o Brasil mudou e nós mudamos.

A mudança é sempre bem-vinda.  



Escrito por Gabriel Bá às 17h03
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Quase Nada 307

 

Quase Nada 307

 



Categoria: tiras
Escrito por Fabio Moon às 16h00
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Falando sobre o novo livro.

As primeiras entrevistas para falar do Dois Irmãos começaram a chegar, e de agora em diante devemos falar bem mais sobre o novo livro. Antes disso, somente conversamos ou escrevemos sobre ele para textos de divulgação de eventos, como parte da biografia atualizada: “e lançam em 2015 uma adaptação para os Quadrinhos do livro de Milton Hatoum”. Hesitávamos em falar demais de um livro que ainda estava sendo feito, que demorou anos para ficar pronto. Mesmo assim, o processo, além de longo, foi muito diferente dos outros livros, foi muito interessante e há muito o que dizer sobre a história dos personagens, sobre Manaus, sobre o nosso relacionamento com o autor (vivo) do original, e agora podemos compartilhar todas essas histórias para nos prepararmos para o lançamento. E é um pouco disso que o Bá vai fazer uma vez por semana no blog da Companhia das Letras: compartilhar alguns detalhes sobre o processo de adaptar um romance clássico da literatura nacional moderna. Durante todo o mês de Fevereiro, às quartas, um novo texto, uma nova história.

O primeiro texto já está no ar e você o encontra clicando aqui.



Escrito por Fabio Moon às 10h18
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Quase Nada 306

 

Quase Nada 306

 



Categoria: tiras
Escrito por Gabriel Bá às 11h34
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30 de Janeiro

30 de Janeiro é comemorado o dia do Quadrinho Nacional.

 

30 de Janeiro - dia do Quadrinho Nacional

 

Amanhã, 31 de Janeiro, será a entrega do troféu Angelo Agostini, em homenagem ao "pai do Quadrinho Nacional", que publicou "As Aventuras de Nhô Quim" em 30 de janeiro de 1869.



Escrito por Gabriel Bá às 20h11
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