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Histórico

Quase Nada 321

 

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Categoria: tiras
Escrito por Gabriel Bá às 11h50
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Quase Nada 320

 

Quase Nada 320

 



Categoria: tiras
Escrito por Gabriel Bá às 11h13
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Quase Nada 319

 

Quase Nada 319

 



Categoria: tiras
Escrito por Gabriel Bá às 17h50
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Quase Nada 318

 

Quase Nada 318

 



Categoria: tiras
Escrito por Gabriel Bá às 12h17
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Quase Nada 317

 

Quase Nada 317

 



Categoria: tiras
Escrito por Gabriel Bá às 16h24
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Dois Irmãos, o lançamento afetivo

Lançar um novo livro é motivo para comemorar. Na correria das viagens para festivais internacionais, trabalhando em vários novos projetos ao mesmo tempo e respondendo às entrevistas da mídia ou às perguntas do público durante os eventos em livrarias, sobra pouco tempo para nós conseguirmos realmente expressar a nossa felicidade com o lançamento do Dois Irmãos. Vemos os amigos e os leitores (e os leitores-amigos, que sempre crescem) somente pelo tempo que demora para escrever algumas linhas ou fazer algum desenho de dedicatória no livro, terminando esse breve encontro com um sorriso, um "desculpe a demora da fila" ou um "espero que goste da história". Falta um tempo para conversas com mais qualidade, e sempre fico desejando uma experiência um pouco mais sentimental, emotiva, mais profunda. Quando publicamos um novo livro, fico sempre imaginando que precisamos de um "lançamento afetivo" para que toda essa boa energia que rodeia esse bom momento dos quadrinhos possa ser compartilhada.

O lançamento afetivo do Dois Irmãos vem aí.

Temos uma relação afetiva com a Mercearia São Pedro. Já existia na Vila Madalena quando nos mudamos para cá 35 anos atrás e, da mesma maneira, continua resistindo firme no bairro apesar desse crescimento caótico que toma conta da Vila. Na Mercearia, encontramos amigos e amores, descobrimos livros nas estantes ao lado do caixa ou nos diversos lançamentos feitos em noites de festa. Fizemos lançamentos na Mercearia, sentados nas mesas que atualmente são decoradas com nossos desenhos (resultado uma longa e incrível noite de muito desenho e bebidas juntamente com o Rafa Coutinho e com o Grampá in loco na Merça). Da metade da semana para frente, a Mercearia fica muito cheia de gente, muito cheia da juventude ávida pela interação ébria do final da noite, mas durante as segunda e terças ainda consigo sair do estúdio e encontrar a "Merça" onde encontro os amigos, onde posso colocar o papo em dia, relaxar e tomar uma cerveja gelada. E nada como um clima descontraído e uma cerveja gelada para comemorar os dois primeiros meses de vida do nosso novo livro.

Venha, compre um livro (ou traga seu exemplar de casa) e se junte à festa. Se estiver frio, ficaremos todos juntinhos e tudo acabará bem.

Se continuar frio, uma boa pinga nos salvará.

Vejo vocês lá.

 

serviço: Lançamento Afetivo do Dois Irmãos

dia 18 de Maio na Mercearia São Pedro

rua Rodésia 34, Vila Madalena, São Paulo

a partir das 19h30

 



Escrito por Fabio Moon às 13h32
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Quase Nada 316

 

Quase Nada 316

 



Categoria: tiras
Escrito por Gabriel Bá às 13h32
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Quase Nada 315

 

Quase Nada 315

Nós entregamos a última página pronta do Dois Irmãos para o André Conti, nosso editor na Quadrinhos na Cia., e partimos no dia seguinte para a Argélia para participar de um festival de Quadrinhos. Hospedados em Argel num típico hotel mediterrâneo decadente, cenário imaginário de filmes de espionagem internacional, nos vimos rodeados de uma mistura exótica de tipos que pareciam ter saído das páginas do livro recém terminado: árabes, negros e europeus, todos se encontrando na cidade-porto que carrega em suas paredes anos de uma história que ficou para trás. Cruzamos com muitos Halins e muitas Zanas.

Começamos a pensar que a história do Dois Irmãos falava de uma realidade muito maior do que somente a de quem era de Manaus, ou mesmo de quem era do Brasil. Viajando para um outro continente, vimos que nossa história também poderia viajar para longe.

 



Categoria: tiras
Escrito por Fabio Moon às 11h40
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O encontro dos Dois Irmãos

Dois Irmãos - SP 2015

Muito obrigado a todos que foram ontem ao Teatro Eva Herz para o bate-papo, e igualmente a todos que encheram o corredor do Conjunto Nacional e aguardaram na fila por três horas para conseguir um autógrafo. A espera de quatro anos por um novo trabalho foi um pouco maior, mas culminou na alegria que presenciamos ontem.

Dois Irmãos - SP 2015

A história deste livro está somente começando, e é uma história cheia de amigos, sorrisos, paixão e agradecimento. E vai longe.



Escrito por Gabriel Bá às 20h33
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Dois Irmãos, o tão aguardado retorno.

Salon du Livre de Paris 2015

“Quando Yaqub chegou do Líbano, o pai foi buscá-lo no Rio de Janeiro”.

Assim começa o primeiro capítulo da nossa nova HQ, Dois Irmãos, adaptação do romance homônimo de Milton Hatoum. A cena mostra o navio ancorado na praça Mauá, trazendo os pracinhas que retornavam da Segunda Guerra. Entre bandeiras, confete, festejos e celebrações, Yaqub carrega seu fardo de roupa e reencontra Halim, seu pai. Ele não estava retornando da guerra, mas de um período de cinco anos vivendo num vilarejo ao sul do Líbano, distante da família. Pode-se dizer que toda viagem é uma guerra. Você vai, faz a sua parte – planeja, observa, luta, vence ou perde – pra finalmente retornar. A guerra é um evento transformador, traumático. E como diz Halim no jantar de boas vindas do filho, “tudo melhora depois de uma guerra”.

Voltamos de nossa segunda viagem à França, a segunda relacionada ao nosso trabalho, aos Quadrinhos – ou BD, Bande Dessinée. Dessa vez fomos representar o Brasil no Salão do Livro de Paris e estávamos lançando um livro novo, a edição em francês do Dois Irmãos, o Deux Frères, pela Urban Comics, mesma editora que publicou o Daytripper, Casanova e L’Aliéniste. Foi a seqüência perfeita à nossa primeira viagem, quando fomos ao Festival de Angoulême com o Daytripper concorrendo à premiação principal do evento. Vimos o efeito que o sucesso do livro teve no público e na imprensa e a curiosidade que eles tinham em descobrir o novo trabalho “dos autores do Daytripper”.

Salon du Livre de Paris 2015

Depois do Salão do Livro, passamos uma semana promovendo o novo livro por mais cidades – Bordeaux, Pau, Nantes, Lille e Paris – em seis eventos diferentes, seis livrarias nos recebendo para sessões de autógrafos – ou dédicaces, em francês – várias pessoas descobrindo nosso trabalho, valorizando a presença dos autores, curiosos sobre o livro novo, sobre os antigos, sobre nossa carreira e sobre o Brasil. Demos muitas entrevistas (todas em francês), falamos da história, das escolhas, das adaptações (O Alienista e Dois Irmãos, ambos foram publicados na França). Foi uma semana intensa, que nos obrigou a pensar no trabalho, a entendê-lo melhor a fim de falar sobre ele, colocar em voz alta coisas que sabíamos somente em pensamentos, em reflexões, intuitivamente. Essa viagem nos preparou para a longa maratona de eventos e lançamentos que nos espera de volta ao Brasil.

Tour de France 2015 - Deux Frères

Foi a editora Urban Comics que nos levou à França, embora, no meio dos planos, o Fábio tenha sido convidado pelo Brasil para fazer parte da comitiva de autores que representariam o país no Salão do Livro. Isso ajudou muito, deu destaque à nossa presença lá e ajudou a fazer essa ligação com a produção literária e cultural do Brasil, assim como também estreitou nossa relação com outros escritores nacionais. A França iria olhar para nós de qualquer maneira, pois valorizam muito as BDs e os autores, mas por estarmos entre a comitiva brasileira, o Brasil deu mais atenção à nossa presença lá e ao nosso livro novo, muito mais do que quando fomos concorrer ao prêmio em Angoulême com o Daytripper.

Enquanto estávamos em terras estrangeiras, as notícias anunciavam nossos feitos, nossas conquistas, nosso avanço. Não só isso, o livro chegou às livrarias de todo o Brasil e, aos poucos, nas mãos de leitores espalhados pelos quatro cantos do país. Mesmo sem a presença dos autores, sem um evento, as reportagens começaram a sair na imprensa (como na Serafina, no Estadão, no IGN, na Página Cinco, na revista da Azul), as resenhas e comentários pipocam na internet. Já tive um breve encontro com livreiros na semana passada para falar sobre o livro e sobre a importância deles na hora de conversar com o público e sugerir as obras.

nas mãos do público

Esta semana, finalmente tem início a jornada de lançamentos e conversas com o público pelo Brasil, começando por Curitiba onde retornamos à ITIBAN, loja querida que nos recebe desde 2004 quando lançamos o 10 Pãezinhos: CRÍTICA, e que tanto ajuda a promover o Quadrinho Nacional. Estaremos lá neste sábado, 11/04, a partir das 16h. Segunda-feira estaremos de volta a São Paulo para fazer o grande evento de lançamento no Conjunto Nacional, com um bate-papo com o próprio Milton (desta vez inteiramente em português, pois já tivemos um no Salão do Livro de Paris, meio em português, meio em francês), seguido de uma longa (espero e temo) sessão de autógrafos.

lançamento ITIBAN
lançamento SP

Para um livro que demorou 4 anos pra ficar pronto, o caminho só está começando. Uma nova batalha nesta guerra sem fim. Depois de quatro anos em silêncio e reclusão, finalmente poderemos falar sobre o trabalho, sobre a história, e ouvir os leitores, este contato fundamental. Em português, de preferência.



Escrito por Gabriel Bá às 12h21
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