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Dia de ir mais longe e comemorar por aqui mesmo.



Muita gente deve questionar nossas incursões no mercado americano de Quadrinhos. Muita gente critica nossa atitude frente ao mercado nacional, ou até ao público nacional. Muita gente fala muita coisa. O que eu quero mesmo é fazer Quadrinhos.

Eu quero contar histórias para os meus amigos, meus vizinhos, pros seus amigos e seus vizinhos. Quero contar histórias pra quem se interessar por elas e, quem sabe, para alguns que nem mesmo se interessam. Não importa aonde estas pessoas moram ou de onde elas vieram, nem onde eu moro, quem eu sou e de onde eu vim.



Estou desenhando o CASANOVA e estou muito feliz com o resultado das páginas. É um trabalho um pouco exaustivo, muito diferente das minhas próprias histórias, mas acredito mesmo que o público vai gostar da história. É minha tentativa de fazer uma série mensal, que só deve começar a sair em Junho (quem sabe eu consigo convencer alguma editora por aqui a publicar um encadernado).

Mesmo assim, não podemos pensar só nisso, temos que tocar o barco dos 10 Pãezinhos adiante e escrever mais, pois só desenhar não sacia a nossa vontade de contar histórias.

Por isso mesmo, nos metemos em ontra incursão no exterior, desta vez escrevendo e desenhando uma história nova, a convite do Ivan Brandon, para uma coletânea do NYC Mech, publicado pela Image, onde a premissa única é que as histórias devem acontecer em Nova Iorque, num mundo onde todos são robôs. Ei, quem nunca quis fazer uma história em Quadrinhos que se passasse em Nova Iorque? Agora a gente tinha uma desculpa.



Esse Concurso Literatura para Todos também é outro bom incentivo para fazer uma história nova. De quebra, se a gente não ganhar, pelo menos temos outra história pronta pra ser publicada.

Hoje é o dia do Quadrinho Nacional e, graças a Deus, um pouco aqui, um pouco ali, eu estou fazendo Quadrinhos.



Escrito por Gabriel Bá às 09h02
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Concurso literário.



Eu e o Bá vamos participar desse concurso aí de cima, criado pelo Ministério da Educação. Das oito categorias do concurso, uma inclui quadrinhos. O prêmio para cada categoria é de dez mil Reais, e cada ganhador será publicado com uma tiragem inicial de trezentos mil exemplares.

O prazo de entrega dos trabalhos é até o dia 16 de Março.

Esse concurso visa criar mais material literário para estimular a leitura de jovens e adultos recém alfabetizados, pertencentes ou não a um programa do governo chamado Brasil Alfabetizado.

Todos os trabalhos devem ser inéditos.

Clique na figura acima, ou clique AQUI para saber mais sobre como participar.

Nós ainda nem começamos nossa história, mas às vezes é bom saber que dentro de um mês e meio ela precisa estar pronta.

Participe você também.

Escrito por Fabio Moon às 18h24
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Corto.



Eu gosto muito do trabalho do Hugo Pratt. Gosto da simplicidade do traço, gosto dos diálogos e gosto dos temas que ele aborda. Ele viajou o mundo e colocou suas viagens em suas histórias, nos mostrando o mundo através de seus personagens.

Corto Maltese é provavelmente seu personagem mais conhecido e, mesmo assim, muita gente não o conhece. A editora que o publicou por aqui fechou as portas anos atrás e uma nova geração de leitores surgiu sem conhecer o trabalho desse autor italiano.

Tomara que isso mude agora com essa Pixel Media, editora nova formada de uma parceria da Ediouro com a Futuro Comunicação, que promete lançar todos os álbuns do marinheiro de quepe branco e casaco azul.

Ontem, aconteceu a festa de lançamento do primeiro álbum do Corto Maltese, A Balada do Mar Salgado. Para a festa, quadrinhistas brasileiros foram convidados a desenhar a sua versão do herói. Eu gostei da versão do Roger Cruz, da versão do Laerte e da do Mutarelli. A melhor, entretanto, acho que foi a do Marcelo Campos.

Aqui está a nossa versão:



Escrito por Fabio Moon às 16h47
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Pequenos detalhes.



Escrito por Gabriel Bá às 11h01
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Dia 20, depois de uma temporada ao ar livre.

Mais tempo se passou, continuamos trabalhando muito, produzindo muito e vivendo o que dá nas horas que nos sobram. Os amigos sentem nossa falta, mas estão sempre conosco nos nossos trabalhos. Nos nossos tempos modernos, todo mundo pode se manter em contato o tempo todo, não importa aonde você está, pela internet. Mas isso não é o mesmo que um encontro real, ao vivo, em carne e osso. Você pode colocar mil palavras numa carta e não conseguir dizer o que um simples olhar diria. Quando você está na frente das pessoas, as coisas ficam muito mais claras.

Encontrar as pessoas é fundamental na vida de todos... e é fundamental nas nossas histórias. Ontem, deixamos o calabouço e encontramos muitas pessoas, ao ar livre, debaixo de um sol escaldante, pra fazer desenhos que diriam muito mais que qualquer palavra.




Ontem fomos convidados pra participar do desfile da Cavalera no SPFW. Não tínhamos que desfilar, claro, mas desenhar o local, as pessoas que estavam ali, as modelos. Eles chamaram vários artistas, profissionais e estudantes, pra retratar o dia do desfile.





O pessoal da marca vai usar estes desenhos pra divulgar a coleção e essas coisas. Eles ficaram com os originais, mas nós tiramos fotos dos nossos desenhos como recordação.





Foi muito bom fazer uns desenhos rápidos, rascunhos, alguns mais finalizados. É sempre um ótimo exercício observar o mundo e tentar traduzi-lo no papel, ali na hora, sem enrolação.




Foi bom ver vários outros artistas fazendo a mesma coisa, cada um do seu jeito.




Foi um lindo dia de sol, rodeado de mulheres (meninas) lindas e magricelas.





Escrito por Gabriel Bá às 09h40
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Idades.



Primeiro, fiz a garota com o cabelo ondulado. Espevitado, para dar mais personalidade. O problema é que cabelo assim, na altura dos ombros, amadurece a garota e ela perde um pouco a cara de menina.

E eu precisava criar uma menina.

O mesmo desenho então se transformou no ao lado, com cabelos longos e lisos. O nariz mudou de lugar, assim como os ombros. O resto continuou o mesmo, mas a menina se transformou completamente.

Escrito por Fabio Moon às 18h47
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Maré alta.



Nada muito interessante para acrescentar à já super inteligente discussão dos comentários. Continuamos desenhando muito. Para variar um pouco, estamos fazendo alguns trabalhos para revistas que são em quadrinhos. Devem sair na Capricho e na Mundo Estranho, ambas da editora Abril.




Escrito por Fabio Moon às 15h04
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Meu nome é trabalho.

Há 1 ano e meio atrás, quando fomos convidados pelo UOL pra fazer parte do UOL HUMOR e transferir nosso site inteiro pra lá, pensamos em colocar uma imagem que mostrasse sempre o que nós estávamos fazendo, tipo uma webcam falsa, feita com um desenho. Pensamos até em fazer uma animaçãozinha pra isso.

Qual foi nossa surpresa quando vimos que no site do Angeli tinha exatamente isso: uma imagem do estúdio dele, que muda de tempos em tempos.

Desistimos da idéia.

Mas a gente chegou a fazer uma animação de teste. Virou um GIF animado super pesado, que demora pra carregar inteiro, mas até que não ficou ruim. Combina bastante com esta nossa fase de trabalho intenso e rotina em cima da prancheta. A imagem está aí abaixo.



Escrito por Gabriel Bá às 12h00
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dia 13, um mês depois.



Hoje é dia treze. Pra muitos, um dia como outro qualquer.
Hoje é sexta-feira. Uma no meio de muitas.
Hoje é sexta-feira treze. Pra mim, eu não imagino um dia melhor pra cair esta data tão marcante.

Você já se perguntou por que tantos artistas criam histórias onde eles próprios são os personagens? Com certeza não é pra contar vantagem, mostrar a todos como eles são bons ou narrar grandes feitos de suas vidas heróicas e inacreditáveis.

Assim como o artista que pinta um auto-retrato, o Quadrinhista pretende olhar pra si mesmo e tirar de sua vida uma história que valha ser contada. Não que a vida dele seja mais interessante que a dos outros. É a maneira com que ele conta, seu olhar que fará a diferença.



Pensar em histórias assim, exercitar este olhar, é quase como uma terapia. Então pra que pagar uma fortuna contando sua vida para um estranho se você pode colocar tudo no papel e mostrar pra milhares de pessoas?

Você não vai a terapia procurando a resposta dos seus problemas. Vai pra refletir, pensar melhor, ouvir uma outra opinião. Só você pode resolver sua vida. Da mesma maneira, não é fazendo uma tira, uma história em Quadrinhos que você vai mudar sua vida, abrir uma brecha no céu para que o sol volte a brilhar. Mas, pelo menos, vai colocar pra fora. E vai fazer mais uma história, continuar desenhando, criando.

Não sei se você vai se sentir melhor depois de contar suas histórias. Até aí, a terapia também não faz milagres.

Destilando.

Quem olha as minhas tiras, por serem tão novas e parcas, acha que é tudo verdade, que eu quero é contar minha vida. Ninguém vê um exercício de narrativa, de enquadramento, de seqüência. Por um lado, quem acha isso está certo, porque eu não tenho muita prática na arte de fazer tiras. Isso tudo é um estudo. Com o tempo, espero conseguir distanciar mais a minha vida destas auto-biografias.

Quem sabe um dia...




Escrito por Gabriel Bá às 15h09
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O passado me condena e me assombra.

Você já se pegou pensando em tudo que você já fez e que achou que não faria novamente?

Estava olhando para o passado... e ele olhou pra mim.




Gosto de fazer as tiras dos "Loucos", por ser tão pessoal, por contar um pouco da minha história. É meu Angeli em Crise, mas quase nunca tenho boas idéias quando estou em crise.








Lá vamos nós de novo.

Escrito por Gabriel Bá às 14h35
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votação do ANGELO AGOSTINI.

Prêmio Angelo Agostini



arte de Fábio Moon

Em 11 fevereiro de 2006 será realizado o 22º Dia do Quadrinho Nacional, com a entrega do Prêmio Angelo Agostini. Podem votar quadrinhistas (profissional ou amador), estudiosos, colecionadores ou aficionados pelo quadrinho nacional, basta preencher a cédula e enviar para a caixa postal da AQC-ESP, até 15 de janeiro de 2006 (se não quiser ou não souber, não há necessidade de votar em todos os itens). Feita a apuração, os vitoriosos serão homenageados, com direito a uma exposição, troféu e muita badalação. O resultado final e o local da festa serão divulgados no final de janeiro em revistas, em jornais de circulação nacional e no QI (quadrinho independente, fanzine que divulga e comenta quase todas publicações independentes do mercado brasileiro).


arte de Fábio Moon em BANG BANG.

Os critérios do Troféu Angelo Agostini.
Existem seis categorias no prêmio Angelo Agostini. Na categoria Mestres do Quadrinho Nacional deve-se votar em três artistas que tenham se dedicado aos quadrinhos, pelo menos nos últimos vinte e cinco anos. Nas categorias de Melhor Desenhista, Melhor Roteirista e Melhor Cartunista deve-se apontar qualquer profissional ou amador que esteve em atividade durante o ano de 2005.
No Melhor Fanzine é considerado o título publicado durante o ano de 2005 (mesmo que exemplar único), que seja caracterizado como fanzine, ou seja, com informações, notícias, resenhas ou notas sobre quadrinhos. Não confundir com revistas em quadrinhos independentes, que podem ser votadas na categoria de Melhor Lançamento.
Já no Melhor Lançamento valem todas as publicações com produção de artistas nacionais que tiveram seu número 1, exemplar especial ou número único lançado em 2005, para o mercado brasileiro.
Finalmente, o prêmio Jayme Cortez vai para quem tenha incentivado nossa arte através da divulgação, edição, promoção ou qualquer ação que tenha aberto espaço para o quadrinho nacional, também durante o ano de 2005.


arte de Gabriel Bá em BANG BANG

Participe da votação.
A seguir, a cédula de votação do Prêmio Ângelo Agostini. Você pode copiá-la, preenchê-la e encaminhar para o e-mail angeloagostini@bigorna.net. Vote na categoria de Mestres do Quadrinho Nacional em TRÊS nomes e nas outras categorias vote em DOIS nomes, indicando 1° e 2° lugares.

Participe e prestigie o quadrinho nacional e seus artistas!
 

Cédula
22º Prêmio Angelo Agostini 2005 AQC-ESP
Melhor Desenhista de 2005
(indique dois desenhistas)
Melhor Roteirista de 2005 (indique dois roteiristas)
Melhor Lançamento de 2005 (indique dois lançamentos)
Melhor Fanzine de 2005 (indique dois fanzines)
Prêmio Jayme Cortez (indique dois nomes)
Melhor Cartunista de 2005 (indique dois nomes)
Mestres do Quadrinho Nacional (indique três nomes)


arte de Gabriel Bá em ROLANDO

Geralmente, quem faz a melhor campanha com os leitores e com o público leva o troféu. Este ano, quem quiser prestigiar nosso trabalho, pode votar na gente nas seguintes categorias:

Desenhista
- Gabriel Bá - ROLANDO (Via Lettera Editora) , BANG BANG (Devir Livraria), Aquela Velha História (GUIA do Estado de São Paulo);
- Fábio Moon - ROLANDO (Via Lettera Editora) , BANG BANG (Devir Livraria);

Roteirista
- Fábio Moon e Gabriel Bá - Aquela Velha História (GUIA do Estado de São Paulo);

Lançamento
- BANG BANG (Devir Livraria);
- ROLANDO (Via Lettera Editora);

arte de Gabriel Bá para o GUIA do Estado

E pra todos aqueles que não viram a história no GUIA do ESTADO de SÃO PAULO, estamos disponibilizando uma versão em PDF AQUI no site. Aproveitem.

Escrito por Gabriel Bá às 14h31
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Hoje na Ilustrada:

Coletânea lançada em paralelo ao novo disco da banda tem histórias de Bruno D'Angelo, Catia Chien e Kako

Brasileiros ilustram músicas do Belle & Sebastian


MARCO AURÉLIO CANÔNICO
DA REPORTAGEM LOCAL

Que as letras agridoces do septeto escocês Belle & Sebastian -pontuadas ora por melancolia e tristeza, ora por ironia e animação- poderiam facilmente render roteiros cinematográficos ou livros, todo fã já sabia.
A concretização desse saber surge agora, com o lançamento de "Put the Book Back on the Shelf: A Belle & Sebastian Anthology" (Coloque o livro de volta na estante: uma antologia do Belle & Sebastian), que a editora norte-americana Image Comics lança nos Estados Unidos e no Reino Unido em 22 de fevereiro, duas semanas depois de chegar às lojas o novo disco da banda, "The Life Pursuit".

Para os numerosos fãs brasileiros do B&S (que tocou por aqui em 2001 e colocou imagens do show em seu DVD "Fans Only", de 2004) há ainda um interesse particular: são do Brasil três dos 33 artistas que criaram as 25 histórias a partir de músicas da banda. Os irmãos Kako e Bruno D'Angelo, de São Paulo, e Catia Chien, que mora nos EUA, foram convidados pelo diretor executivo da Image, Eric Stephenson, para se juntarem ao projeto.
"Estava procurando por artistas talentosos e que fossem fãs da banda", disse Stephenson em entrevista à Folha por e-mail. "Conheci os brasileiros na San Diego Comicon [uma das maiores feiras de quadrinhos do mundo], achei-os extremamente talentosos e convidei-os para o projeto."
Quanto ao talento, nada a questionar -sem bairrismo algum, é possível dizer que as histórias dos brasileiros estão entre as melhores do livro-, mas, no que diz respeito a ser fã da banda, pelo menos um deles desmente Stephenson. "Não conhecia muita coisa deles, mas queria participar do trabalho. Peguei um CD emprestado com meu irmão e escolhi duas músicas que já cabiam numa história que eu tinha começado com meu colorista, o Marcus Penna: a que dá nome à banda e "Dog on Wheels'", explica Kako.


arte do Kako, cores do Japs.

Já Bruno D'Angelo -que, na verdade, foi quem manteve contato com o editor da Image e apresentou o projeto ao irmão- realmente conhece e gosta do B&S. "Passei um verão inteiro na praia apenas ouvindo o "The Boy with the Arab Strap" (1998), por isso escolhi "Easy Your Feet in the Sea" [descanse seus pés no mar]", explica o desenhista.
Quanto à Catia Chien, ela escolheu um dos maiores hits da banda -a ótima "Get me Away from Here, I'm Dying"- e não se embaraçou com a responsabilidade: desenhou a mais bela história do livro, um primor de traços e cores.

As soluções que cada artista escolheu para criar sua história a partir da músicas do Belle & Sebastian variam. Alguns utilizaram trechos das letras integrados aos desenhos -como Bruno, Cátia e Art Bannister, que desenhou "Asleep on a Sunbeam". Outros ilustraram a letra integralmente, como Charles Brownstein e Dave Crosland fizeram com "Beautiful", que conta a história da garota Lisa, que fica cega.

Há ainda aqueles que apenas tomaram por base a idéia das letras (ou dos títulos) e criaram histórias completamente novas. O melhor exemplo é o trabalho de Mark Ricketts em cima de "Dear Catastrophe Waitress", cuja letra vaga permitiu ao desenhista criar um drama adolescente (mas com final feliz) inspirado na tragédia de Orfeu e Eurídice.

"Put the Book Back on the Shelf: A Belle & Sebastian Anthology" (144 págs., US$ 20 no exterior) ainda não tem previsão de lançamento no Brasil - "estamos interessados em distribuí-lo por aí", afirma Eric Stephenson-, mas já pode ser encomendado em livrarias virtuais como a Amazon (www.amazon.com).

Escrito por Gabriel Bá às 08h47
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Amém.



Hoje faz um ano que morreu Will Eisner (1917-2005). O ano passado, ao voltar da praia, fui pego de surpresa por essa terrível notícia. Hoje, mesmo preparado, o fato não deixa de pesar muito na nossa vida. Ele foi o mestre dos mestres, o exemplo que todos devem seguir. Destacou-se desde sua estréia até seu último trabalho. Nunca será esquecido.


Ano passado fizeram uma (ou várias) antologia em sua homenagem, com depoimentos e desenhos de muitos profissionais dos Quadrinhos e nós dois fomos convidados a participar. Cada um fez uma página de HQ, a minha mostrada aqui em três partes.


Talvez as pessoas não vejam a influência de Will Eisner no meu trabalho, mas ela existe. Ela existe no trabalho de todos os quadrinhistas, de uma forma ou de outra. Tudo que eu vi de sua obra ficará na minha mente pra sempre, até o dia que eu poderei transportar para o papel o que eu aprendi.

Muitas pessoas queridas se foram em 2005. Will. Diogo. Pricila. Pedro. O mundo, o meu mundo, não verá outras como elas.



Escrito por Gabriel Bá às 09h11
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