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As próximas duas semanas.



Acabei de desenhar o Alienista. 62 páginas em 53 dias. Para quem já fez 60 páginas em um mês, parecia fácil.

Não foi.

O Alienista foi a história mais difícil que eu já desenhei.

Só a idéia brilhante de usar aguada e não somente o preto e branco chapado já acabou duplicando o tempo da arte final. Além disso, o processo de adaptar o texto do Machado de Assis foi demorado, começando um mês antes do desenho, continuando todos os dias enquanto eu fazia as páginas, e ainda vai durar pelas próximas duas semanas enquanto eu faço os balões e as cores.

Cores?

Pois é.

Cores.

Terminar de desenhar o Alienista foi, para mim, uma conquista. Meu melhor desenho está nessa história. Provei para mim mesmo o quanto meu desenho ainda podia melhorar.

Estou super feliz.

Agora, restam essas duas semanas para terminar tudo e mandar para a Ediouro.

Quando eu souber mais sobre o lançamento, aviso logo.

Antes, é claro, vamos lançar nosso novo 10 Pãezinhos, o Mesa para Dois, mas ainda estamos marcando o lançamento com a Devir.

E no Sábado agora, dia 4...

Estaremos no 11º Fest Comix (no Colégio Marista Arquidiocesano, Rua Domingos de Morais, 2565 - Vila Mariana - São Paulo/SP) dando uma palestra sobre quadrinhos às 17h. É logo depois do papo com os artistas brasileiros desenhando super-heróis para os gringos, então quem sabe a gente aproveita o filão dos fãs. Teremos Um dia, Uma noite à mão (embora a Comix também tenha, e talvez tenha com desconto), além dos números 3, 4 e 5 do Casanova. Cada um desses custa R$ 5,00.

Escrito por Fabio Moon às 16h31
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O dia.



Hoje é dia de terminar de desenhar o Alienista.

Escrito por Fabio Moon às 14h45
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Pausa para comprar comida.

Todo mundo precisa comer. Pra isso, precisamos ganhar dinheiro. Se os Quadrinhos não dão dinheiro, você tem que se virar, não dá pra ficar reclamando. Tome vergonha na cara e vá trabalhar.

Mesmo fazendo muitas histórias, desenhando todos os dias, lançando cada dia mais revistas, os Quadrinhos ainda não pagam nossas contas. Por isso, ainda pegamos uns trampinhos aqui e ali.

Ontem, hoje e amanhã dei uma pausa no Casanova 7 pra fazer um destes trampos, do qual estou colocando algumas imagens aqui. Como vocês podem ver, nenhum destes desenhos se parece com o que eu faço nas minhas HQs (e olha que este trampo é de Quadrinhos), o que pode acontecer muito por aí. Não é sempre que damos sorte de poder usar nosso próprio estilo num desenho, que somos chamados por causa disso.







Cuidado pra não atirar para todos os lados, senão vai ficar conhecido como o cara que faz um pouco de tudo e te chamarão pra fazer um pouco de tudo. É preciso achar o meio termo. Além disso, você não terá um estilo próprio, uma cara. Quem olhar este trabalho, por exemplo, não saberá reconhecer que fui eu que fiz.

Nós fazemos Quadrinhos e isso já ficou claro, por isso nos chamam e nos indicam quando alguém quer fazer algo com Quadrinhos. Às vezes, temos que mostrar que sabemos desenhar coisas fofas, pintar com aquarela ou escrever com uma caligrafia bonita. Se der pra comprar meus 10 pãezinhos no café da manhã, já fico feliz.

Mas feliz mesmo, só quando as HQs colocarem o pão não mesa.

Escrito por Gabriel Bá às 16h53
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5º ABC Comics e 1º Oscar do Fanzine.

5º ABC Comics e 1º Oscar do Fanzine


COMO PARTICIPAR

 Para participar do 1º OSCAR DO FANZINE, os interessados devem se inscrever até o dia 29 de Outubro, às 20 horas, enviando uma cópia do trabalho inscrito.

Todos os trabalhos inscritos passarão por avaliação que será feita por Profissionais renomados na área dos quadrinhos. Os vencedores serão anunciados no 5º ABC Comics que ocorrerá dia 5 de Novembro, na Faculdade FAMA (Faculdade de Mauá).

Inscrições podem ser feitas através de material Escaneado e enviado por e-mail, aos cuidados da Coordenação do OSCAR DO FANZINE, ou enviadas via correio

Os resultados serão dados na 5ª Edição do ABC Comics e posteriormente inclusos no site.
Os trabalhos vencedores por categoria serão condecorados pelo Grupo Eclipse e pelos profissionais que julgarão os trabalhos, caso o vencedor não esteja presente, entraremos em contato para que este possa comparecer a Sede do Grupo Eclipse ou local combinado para retirar seus prêmios.
 ENDEREÇO E-MAIL PARA ENVIO

omegastudios@uol.com.br ou eclipse_quadrinhos@yahoo.com.br

 ENDEREÇO PARA ENVIO POR CORREIO

Eclipse Quadrinhos – Leonardo Ferrari
Rua Manoel Pedro Júnior, 690 – Vila Bocaina – Mauá – SP
CEP: 09310-720
Fone de Contato: (011) 7332-9376 ou (011) 4547-3351

NOTA:Todos os trabalhos inscritos devem estar identificados com os seguintes dados:
Nome completo do Desenhista, Endereço, Telefone de cotato, E-mail, Nome do Fanzine, Nome dos Integrantes do Fanzine e uma Sinopse do Fanzine.


Escrito por Gabriel Bá às 19h10
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Lançamento do livro Moças Finas, hoje.

Livro do ilustrador Orlando. Apareçam.



Escrito por Gabriel Bá às 10h19
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A virgindade e a experiência.

Quarta feira paramos o trabalho intenso pra participar da mesa redonda sobre Quadinhos no Mackenzie, organizada pelo Luiz Gê. Pegamos algumas (poucos, descobrimos mais tarde) revistas pra vender e fomos até lá.

A mesa era diversa, composta pelo Jubran (mais conhecido por seu trabalho de cor, um dos primeiros coloristas brasileiros de Quadrinhos a usar o computador), o Thiago Cruz, sempre irreverente e espontâneo, arrancando risadas, o Marcelo Campos, no auge de sua sabedoria e calma, o Greg, ainda desenhando super-heróis e já vislumbrando uma saída pela esquerda, e a gente. Além do Luiz Gê, que muitos novos leitores não devem nem conhecer o trabalho, mas influenciou muito o nosso e de muita gente.

Mas o mais bacana e mais diverso era o público.



Sempre é um mistério falar para um público novo, diferente. O público de quarta feira era assim, virgem. Numa enorme sala lotada, não vimos nem 5 rostos conhecidos, daqueles que estão em todas as palestras e eventos de Quadrinhos. Ali, naquela sala, não estavam os fãs de Quadrinhos, mas pessoas comuns. E é pra essas pessoas que nós queremos contar nossas histórias.

Perguntas diferentes, permeadas pelo já diferente enfoque que o Luiz Gê dava para o debate, nos encantaram e deram aquela impressão de que podemos atingir mais gente do que imaginamos. Olhos atentos, brilhando. No meio de tantos homens, mulheres. No meio de tantas meninas, uma em especial, na terceira fileira, franja nos seus cabelos castanhos claros, piercing e um olhar tímido e compenetrado durante o tempo todo que as pessoas estavam falando. Saiu durante a apresentação final do Luiz Gê e eu nem tive chance de falar com ela, pra descobrir se ela estava ali porque gostava de Quadrinhos, se já havia lido os 10 Pãezinhos ou se gostaria de tomar um café.



Hoje, às 20h, participaremos do Quanta Produção, evento organizado pela Quanta onde vários profissionais diferentes ficam trabalhando lá na escola, separados em salas, e o público se revesa nas salas conversando com os artistas e tirando dúvidas ali, na hora.

Se o diferencial da mesa redonda de Quarta foi a virgindade do público, o toque especial do evento de hoje é a experiência dos artistas e seus conselhos.



Para participar deste evento você deve ligar para o telefone (0 XX 11) 3214-0553 ou enviar um e-mail E FAZER A SUA RESERVA COM URGÊNCIA, o valor é R$ 60,00! As vagas para este evento são limitadas!

Como sempre, levaremos nossa revista Um Dia, Uma Noite pra vender, além das edições 3 e 4 do Casanova. O Fábio estará trabalhando nas páginas da adaptação do Alienista, do Machado de Assis, enquanto eu começo o Casanova 7. Além disso, também estarei finalizando as primeiras duas páginas do Umbrella Academy, escrito pelo Gerard Way (do My Chemical Romance).


Escrito por Gabriel Bá às 16h28
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Chiqueirinho

Lá pelos quinze anos, quando nós estávamos vidrados em super-heróis, fomos fazer um curso gratuito de HQ onde o importante era o tempo da leitura, o direcionamento do olhar e a composição da página. Ávidos por desenhar pessoas musculosas e vilões e explosões e naves espaciais, fizemos esse curso inteiro usando folhas sulfites e papel contact preto. O desenho, por assim dizer, era feito com esse contact, e foi, na maioria das vezes, somente uma série de bolas, ou quadradros, ou mesmo o nada da ausência do contact.

Um mês de curso, dois talvez, somente sobre o espaço da página.

Somente com bolinhas e quadradinhos.

Lá pelos quinze anos, achávamos que o curso seria frustante.

Foi uma das lições mais importantes que tivemos de quadrinhos na nossa formação.

O professor desse curso era o Luiz Gê.

Se puderem, apareçam hoje na mesa redonda sobre quadrinhos no Mackenzie. O auditório onde será realizada a mesa se chama chiqueirinho, e o horário marcado para o início do papo é às 19h. Gratuito.

Eu vou só pra ouvir o Luiz Gê falar, mesmo sabendo que vou acabar falando também. Talvez eu diga como, há quinze anos atrás, eu aprendi a pensar a sério sobre o fazer quadrinhístico.

Escrito por Fabio Moon às 15h52
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No mundo, junto aos entes.

Essa semana vamos sair do calabouço DUAS vezes. Lá vai:

Quarta feira, 18 de Outubro



Participaremos de uma mesa redonda sobre Quadrinhos no Mackenzie, juntamente com Marcelo Campos, Greg Tocchini e o Thiago Cruz. A mesa será intermediada (e foi organizada) por ninguém menos que Luiz Gê. É as 19h, aberta a todos.

Sexta, dia 20



Participaremos da terceira edição do Quanta Produção, evento organizado pela Quanta onde eles levam vários profissionais pra trabalharem lá na escola e as pessoas podem ver tudo isso ao vivo.

Dessa vez, os artistas convidados são:

ROGER CRUZ – IVAN REIS – RENATO GUEDES – JOE PRADO – ARTUR FUJITA – OCTAVIO CARIELLO – MARCELO BRÜCKE CARIBÉ –EDUARDO FERRARA – RONALDO BARATA – AMANDA GRAZINI – KAKO – GABRIEL BÁ e FÁBIO MOON – ROD REIS – ORLANDO – SAM HART – PAULO PINA, entre outros.

Para participar deste evento você deve ligar para o telefone (0 XX 11) 3214-0553 ou enviar um e-mail para quantaonline@terra.com.br E FAZER A SUA RESERVA COM URGÊNCIA, o valor é R$ 60,00! As vagas para este evento são limitadas!
www.quantaacademia.com


Escrito por Gabriel Bá às 11h35
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Trabalho chama trabalho.



Trabalho chama trabalho.

Se você quer fazer quadrinhos, faça quadrinhos. Eu sei que soa redundante, mas não é.

Todo mundo precisa começar de algum lugar e, provavelmente, esse lugar não será a editora que te paga bem pelo trabalho dos seus sonhos. Não é impossível conseguir o trabalho dos seus sonhos, mas a distância entre o nada e o sonho é grande e não pode ser atravessada em um salto.

Se você nunca fez quadrinhos antes, a primeira coisa que você precisa fazer é uma história curta, de no máximo 10 páginas (máximo mesmo, pode ser com 4, 3 ou mesmo 2 páginas), para ver se você gosta do resultado. Depois, precisa mostrar essa história para outras pessoas, tanto para os fãs de quadrinhos como para os outros que nunca leram um gibi na vida. O retorno do "público" é essencial para que você veja o que não funciona ainda no seu trabalho, o que está ruim.

Provavelmente, essa primeira história que você fez não te trará nenhum dinheiro, pois você fez para você mesmo, por conta.

Provavelmente, você fará muitas outras histórias por conta na vida.

Por quê?

Porque antes de ganhar dinheiro fazendo quadrinhos, você precisa querer fazer quadrinhos.

Quem vai à faculdade para aprender uma profissão tem gastos, mesmo em faculdades públicas. Ninguém ganha para aprender.

Sendo assim, esteja preparado para não ganhar dinheiro enquanto você faz todas as histórias necessárias para que você aprenda a fazer quadrinhos.

Um dia, você vai olhar para trás e lá estarão todas as páginas que você desenhou, todas as histórias que você contou. Se você desenhar sempre, você terá contado muitas histórias e, assim, vai ficar mais fácil contar as próximas.

Você aprende a cada trabalho.

As pessoas tomam gosto a cada trabalho.

Você tem mais idéias a cada trabalho.

Os editores te conhecem mais (e conhecem mais o seu estilo) a cada trabalho.

Eventualmente, você vai começar a receber propostas.

Por quê?

Porque você sempre trabalhou e trabalho chama trabalho.

Escrito por Fabio Moon às 00h24
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Quadrinhos na TV Universitária.

Hoje passa a matéria sobre Quadrinhos no programa "Jogo de Idéias", que passa na TV Universitária às 20hs, falando sobre artistas brasileiros trabalhando pro exterior, entrevistando o Marcelo Campos, o jornalista Sidney Gusman, o Fábio e eu.

o programa também é reprisado ao longo da semana.

Reprises:
Quinta – 2h30
Sexta – 13h30
Sábado – 18h30
Domingo – 10h30


Escrito por Gabriel Bá às 09h15
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Bens materiais.



Nem sempre importa o material que você usa para desenhar. O mais importante é o resultado final. Se você usa caneta bic e o resultado funciona, tudo bem. Se você não usa pincel, não tem problema.

Você precisa se sentir confortável com a sua técnica, e tem que encontrar o seu estilo desta maneira.

Eu desenho com pincel porque eu gosto do resultado, gosto do processo e gosto do que essa técnica me possibilita. Com o tempo, fui testando diversos pincéis até que encontrei um que combinasse comigo, com o meu trabalho e com o tipo de desenho que eu tenho. Quando você encontra o seu material, seu trabalho melhora muito, se torna mais fluido, mais leve, e isso é a chave do desenhista.

O desenhista não pode sofrer para desenhar. Desenhar é natural, é quase automático. Faz parte da sua personalidade, do seu jeito de se expressar.

Da mesma maneira, não existe o papel ideal para todo tipo de trabalho, existe apenas o papel que funciona para o trabalho que você faz. E assim com o nanquim, com a aquarela, com a letra que você usa, com o computador que você tem. Você nem precisa ter computador para fazer quadrinhos.

Agora, antes que esse papo de usar qualquer material que você quiser se torne uma desculpa para se tornar um artista preguiçoso, um aviso: seu desenho deve parecer que está pronto. Pode estar pronto com lápis, com caneta, com aquarela ou com nanquim, mas precisa estar pronto, terminado, com a cara pronta para o mundo que o espera.

Escrito por Fabio Moon às 14h37
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Feliz Aniversário.



Eu faço milhões de desenhos que serão vistos por pessoas que eu nem conheço. Raras são as vezes que eu faço um desenho para uma pessoa próxima.

Mas minha mãe merece.

Escrito por Fabio Moon às 18h57
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Correria.

Correria.

Se você olha de longe, tudo parece igual. Todos os dias, vamos ao estúdio, desenhamos e vamos embora. É quando você chega mais perto que as coisas começam a se complicar.



O Leandro, editor da Devir, mandou um e-mail perguntando quando podemos lançar o novo livro, Mesa pra Dois. Vamos correr para lançar o livro em Novembro e aproveitar todas as vendas de final de ano. Estou terminando os retoques na arte, e o Bá deve fazer a capa na semana que vem. Aí, é mandar para eles fazerem a revisão do texto e, daí, para a gráfica!

Correria.

Estou trabalhando como um louco. Acordo às oito da manhã e durmo às duas da manhã todos os dias. Estou alienado do mundo. Nada mais natural neste momento da vida, já que estou adaptando O alienista do Machado de Assis.

A editora Ediouro entrou em contato com a gente em Junho, acho, e fez o convite da adaptação. Começamos logo que voltamos de San Diego, em Agosto, lendo e relendo o texto para preparar o roteiro. Ao mesmo tempo, fiz alguns estudos dos personagens. A partir de Setembro, vendo desenhando a história, que precisa ficar pronta em Novembro. Ainda voltmos ao texto toda hora, procurando detalhes que não vão para as falas que podem entrar nos desenhos.

Fazer uma adaptação é diferente de tudo que nós já fizemos

Estamos hoje exatamente no meio da história.



Escrito por Fabio Moon às 16h15
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Continuando...



Sau a segunda parte da entrevista no Pop Balões.
Primeira Parte.
Segunda Parte.

Escrito por Gabriel Bá às 00h43
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Vá com Deus.



Escrito por Gabriel Bá às 19h15
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