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Histórico

Eagles Awards.

o Casanova está concorrendo ao Eagle Awards, na categoria gibi americano preto e branco favorito.

O Eagle Awards é uma premiação inglesa, foi criada em 1976 por Mike Conroy e os resultados serão anunciados no dia 12 de Maio na Bristol International Comic Expo.



Categoria: premios
Escrito por Gabriel Bá às 14h59
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Novos robôs.




Escrito por Fabio Moon às 18h32
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Rascunho de hoje.




Escrito por Fabio Moon às 18h30
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Um prêmio.

o De:TALES foi selecionado pelo Booklist como um dos 10 melhores Graphic Novels de 2006.



O Booklist é um jornal publicado pela American Library Association já há 100 anos, com a missão de providenciar ao público e estudiosos resenhas que ajudem na sua decisão do quê comprar ou ler.

Para ler a lista completa, clique aqui.

Escrito por Gabriel Bá às 15h56
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A dança, como o desenho.



A dança, assim como o desenho, surgiu antes da escrita como forma de comunicação.

Escrito por Fabio Moon às 10h06
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Lendo, escrevendo e fazendo.


O que ando lendo?
Tenho lido muitos livros do Hemingway, pois sempre ouvi de sua grande influência na literatura americana e o quanto os roteiristas de Quadrinhos gostam dele. Além disso, estamos sofrendo com a proximidade do fim do Lobo Solitário. Muito, muito, muito bom. Não só uma lição de Quadrinhos, mas de vida também. E há um mês eu li Blankets. Espetacularmente único.

O que ando escrevendo?
O Fábio e eu estamos escrevendo propostas de séries ou mini-séries. Ainda não é a história, o roteiro em si, mas a idéia da história. São propostas para editoras americanas. Além disso, comecei uma série de histórias curtas e que devem formar uma história longa. Um dos nossos próximos lançamentos. Comecei a fazer estas histórias porque os roteiros do Umbrella estão demorando pra chegar e eu não quero ficar sentado esperando. Hoje tivemos uma longa conversa com a Becky e com o Vasilis sobre nossa revista para a Comicon e decidimos muitas questões práticas e sobre as histórias, entre outras coisas o prazo final pra ir pra gráfica, final de Maio. Depois da convenção, vamos vender esta revista por aqui também, claro.

O que estou fazendo?
Estou reunindo e reescaneando as histórias antigas do fanzine pra fazer a cletânea de 10 anos dos 10 Pãezinhos. Devo começar logo a criar o projeto gráfico do livro porque queremos lançá-lo em Junho. Além disso, como já falei, estou fazendo as histórias curtas. Nesta última semana, o organizador do 24seven, aquela anthologia de histórias com robôs, perguntou se eu não queria desenhar uma história que estava sem desenhista e que precisava de alguém que lidasse bem com sutilezas de narativa e de personagens. Como o meu roteiro do Umbrella ainda não chegou, li a histórias e decidi fazer. Hoje decupei o roteiro e vai dar 8 páginas. Quero fazer tudo essa semana, pra não atrasar demais o resto dos meus projetos.

Todas essas coisas acima eu faço porque eu amo Quadrinhos. Eu não ganho dinheiro com nenhuma delas, mas é fazendo estas coisas é que eu vou possibilitar os projetos com retorno financeiro. Eu nunca vou deixar de fazer estas coisas.

Escrito por Gabriel Bá às 19h21
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Como foi o bate-papo

O texto completo do bate-papo de terça feira está na página de arquivos do UOL, e pode ser lido aqui.

Escrito por Gabriel Bá às 13h45
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Orlando Furioso.

o Orlando Pedroso é um dos artistas que eu mais respeito no mercado nacional. Ele tem um trabalho constante e forte há muitos anos, mas nunca deixa de se renovar. Ano passado lançou o seu livro Moças Finas e este ano está com a exposição Outros desenhos, na Calligraphia Galeria e Loja de Arte.

A gente conheceu pessoalmente o Orlando quando participamos do FRONT, em 2001. Na época, ele fazia parte do corpo editorial, o pessoal que decidia qual HQ entrava e qual ficava de fora. O Orlando não faz Quadrinhos, mas entende de desenho, de estética e de mercado e eu achava muito positiva sua presença ali. Ele era o editor que falta em todas as publicações nacionais. Nem todo mundo achava isso e ele saiu depois de 4 edições.



Pra conhecer um pouco mais do trabalho dele, além de vê-lo sempre na Folha, Veja e outras publicações nacionais, visitem seu FOTOLOG e não percam a exposição, somente até 25 de março!!!

Calligraphia Galeria e Loja de Arte:
Rua Avanhandava, 40 A
Centro, São Paulo


Escrito por Gabriel Bá às 13h35
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As opiniões, os fatos e o caminho.

A gente faz HQ há muitos anos, mas as coisas só começaram a se encaixar mesmo a partir dos 10 Pãezinhos ainda fanzine, em 1997. Começamos a contar histórias mais pessoais, dar a nossa opinião. Foi só aí que as pessoas começaram a ouvir o que a gente tinha pra dizer.


imagem da primeira história dos "Loucos" no primeiro 10 Pãezinhos, em 1997.

Estamos batalhando no mercado nacional e internacional há 10 anos. Depois de lançar o ROLAND, já tentamos fazer testes pra desenhar super-heróis pros americanos, revistas mais comerciais como Star Wars, enquanto por aqui tentamos emplacar uma tira num jornal, mas o que sempre deu mais certo foram nossas próprias histórias. Foram essas histórias que chamaram a atenção da Diana Schutz em 2001. Foram essas histórias que viraram o De:TALES, finalmente publicado em 2006 pela Dark Horse.

Foram as nossas histórias que chamaram a atenção dos editores da AiT e da Image e que possibilitaram trabalhos como Smoke and Guns e CASANOVA. Foi esse trabalho contínuo e uma evolução constante que gerou convites pra participar do 24 Seven, do Flight e, finalmente, do Umbrella Academy, onde eu fui contratado pela editora, recebo por página, além dos royalties das vendas.

O nosso caminho foi muito longo, mas nos levou do fanzine em xerox de 50 centavos ao status de autor respeitado pelo seu trabalho. Continuamos a lançar todas as nossa histórias aqui no Brasil, pois aqui é a nossa casa. Ainda temos que batalhar muito por tudo que queremos fazer e hoje a cobrança é muito maior, mas o mais importante é mostrar que é possível fazer Quadrinhos em todas as escalas e que isso pode dar certo.


imagem do "Umbrella Academy", pra edição do Free Comic Book Day.

Eu falei sim, de boca cheia, quanto eu vou receber por página com este trabalho do Umbrella Academy, não pra me gabar ou humilhar ninguém, mas pra mostrar pra todos aqueles estudantes e aspirantes aonde o seu empenho e dedicação podem te levar. Falei pra mostrar que o futuro pode ser uma visão bonita. Só depende da dedicação de cada um.

Escrito por Gabriel Bá às 11h45
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http://batepapo.uol.com.br

Data: 13/03/07 - Hora: 17h

"De onde veio a idéia para o Mesa para Dois? Quando sai o o Alienista? Vocês vão lançar um novo 10 Pãezinhos este ano? O Casanova será publicado no Brasil? E o Umbrella Academy?"

Se você tem uma ou muitas perguntas que gostaria de nos fazer, essa é a sua chance. No meio da nossa borbulhante produção, daremos uma pausa nesta terça pra participar de um bate-papo no UOL, às 17h, onde falaremos sobre nossos últimos lançamentos, novos planos e responderemos todas as pergutas que aparecerem por lá.



Categoria: Evento
Escrito por Gabriel Bá às 09h01
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Feliz dia das mulheres.



Escrito por Gabriel Bá às 21h24
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O olhar que procura.



O quadrinhista deve estar sempre olhando para o mundo. Desconfiado, de preferência, procurando o que está por trás de tudo o que vemos. Quando vemos uma pessoa triste, Quando vemos um prédio em ruínas, quando um cachorro está doente. Esses são os fatos, as imagens, mas além disso existem razões, desrazões e, acima de tudo, histórias. O quadrinhista observa o mundo à procura das histórias.

O desenhista deve observar com as mãos sempre que possível. Tenha um caderno, um bloquinho, uns papéis amassados no bolso, qualquer coisa para, a qualquer momento, registrar a sua visão do mundo, com o estilo da sua mão. Nos dias de hoje, tiro muitas fotos, mas não é a mesma coisa. Registro a imagem, mas não a minha impressão dela. O filtro é o da câmera, e não o meu.



A história dos robôs se aproxima do desfecho final e já gosto dela. Já termino uma página querendo saber como será a próxima, despertando em mim mesmo o leitor da história. Esse é um dos desafios de contar histórias: buscar a maneira mais interessante de contar um história que pode ser contada de várias maneiras. O interesse de cada página deve agradar o leitor, que precisa dessa motivação para não fechar a revista, e deve agradar o artista que passa pela mesma página várias horas do dia (ou da semana). Se você não encontra estímulos no ato de desenhar suas páginas, mesmo suas histórias autorais acabam te desgastando, ao ponto que, se você busca sempre a essência do que você gosta nos quadrinhos em todas as páginas, nem mesmo as páginas de super herói vão te incomodar. Existe um momento na produção das páginas, braçal e quase mecânico, em que não existe diferença se a história é autoral, se é super-herói, se é para o Sítio do Pica-Pau Amarelo. Se você encontra aquele elemento que te estimula nesse momento da produção, você conseguirá fazer qualquer história.

Escrito por Fabio Moon às 11h42
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Amigos.

Para todas as palavras que não dissemos, existem os olhares, para todas as conversas que não tivemos, nos abraçamos. Estivemos juntos em vários momentos e, em outros, estivemos distantes. Demos risada juntos, vivemos juntos, trabalhamos (mesmo em coisas separadas) juntos. Estamos no mesmo barco, estamos na mesma vida. Estamos com você.

Escrito por Fabio Moon às 16h26
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