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O terror do PIXU!

É possível contar qualquer tipo de história em Quadrinhos, assim como podemos contar histórias dos mais diferente gêneros.

Nós gostamos de histórias mais intimistas, sobre relacionamentos, urbanas, com um toque de realismo fantástico, como chamam, mas sabemos que existem outros gêneros que podem explorar algumas peculiaridades da linguagem, outros ritmos, talvez até atrair outro público.

Nossa tira na Folha é uma tentativa de explorar outras abordagens e atingir outros públicos, quem sabe chamá-los para nossas histórias, ou apenas mostrar algo diferente das outras tiras do jornal. Ela se chama Quase Nada e é publicada todo domingo na Ilustrada.

Este ano, fizemos uma história de terror, o PIXU, novamente com a Becky Cloonan e o Vasilis Lolos. Não é porque gostamos de histórias de amor que não podemos explorar as sombrias possibilidades que o terror oferece. Aliás, é legal demais. Fizemos em duas partes. A primeira, lançamos na Comic Con de San Diego. A segunda ficou pronta agora.

Por enquanto, o PIXU só foi publicado (auto-publicado) em inglês, mas logo seu terror chegará por aqui também.



Escrito por Gabriel Bá às 12h43
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Sempre experimentando

É importante fazer exercícios e experimentar. Eu gosto. Você sempre tem o que aprender sobre o olhar, sobre a técnica, sobre os temas que você retrata, sobre a arte que você escolheu e sobre como você pode transmitir uma idéia. Ontem, dando uma aula sobre técnicas de desenho com pincel, fiz um desenho solto na beira do papel dos exercícios.



Hoje pela manhã, fui ao jardim botânico para a aula a céu aberto de aquarela do Cárcamo. Foi a minha vez de experimentar, praticar, entender como funciona o papel e a tinta, como funciona essa maneira diferente de usar o pincel, e aprender só de ver o Cárcamo pintar.


moringa

Escrito por Fabio Moon às 14h40
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Os novos, o rascunho e a entrevista.



Por um lado, foi como um flashback do passado. Lá estávamos nós, no último andar da FNAC de Pinheiros, num evento de quadrinhos. Na parede, histórias expostas. Os autores do evento, jovens entusiasmados com os Quadrinhos que já fizeram, sonhando com os próximos que farão. Assim foi conosco, em 2000, quando lançamos naquele mesmo espaço o nosso primeiro álbum, "O Girassol e a Lua", e assim foi ontem na premiação do prêmio FNAC "Novos Talentos". Os três ganhadores do concurso estavam felizes, nervosos, emocionados, e todo mundo estava feliz pela primeira vitória dessa nova geração de quadrinhistas.

De lá, os jovens foram levados para a HQMix livraria conhecer esse já tradicional (mesmo comerando essa semana seu primeiro ano de existência) reduto dos lançamentos e acontecimentos de Quadrinhos de São Paulo e, se tudo deu certo, participar do grande mix que é aquela história do Teishoko Preto. Mas esse final eu não sei, pois depois da FNAC eu segui o meu caminho.

Parabéns ao ganhadores: André Figueiredo Müller, Luendey Maciel de Aguiar e Victor Gáspari Canela, e para eles fica a pergunta:

-E agora, José?

layout-21out2008

Por aqui, a produção continua. Nesse final de semana, sai mais uma história na Época São Paulo, no sábado, e no domingo, outra tira na Folha de São Paulo. Para o futuro, as novas histórias.

O desenho acima é parte do layout de uma página nova. Esse é o estágio da história que mostramos para o editor. Nele, o equilíbrio entre os quadrinhos e as escolhas de diagramação e enquadramento já são pensadas para, na hora de desenhar a página mesmo, sobrar só a preocupação com o desenho. No caso de quem faz arte-final no próprio desenho (como a gente), é muito mais prático mostrar essa parte do processo para os editores do que discutir a narrativa, os enquadramentos e a diagramação da página no estágio seguinte da página à lápis, pois isso acaba quebrando o ritmo de produção das páginas. Alguns desenhistas trabalham diferente da gente, alguns editores pedem pra ver o lápis, e tem desenhista que recebe o roteiro (ou mesmo escreve o roteiro) e só mostra a página pronta. Não existe fórmula ou melhor jeito. Do jeito que a gente faz funciona para a gente e o mais importante é funcionar.

Demos uma entrevista no Rio de Janeiro no dia que demos o workshop e fizemos o lançamento da livraria Dona Laura, e agora essa entrevista foi ao ar no site Portal Literal. Sentados no café do espaço cultural Laura Alvim, recém chegados do workshop, com o nosso amigo Lobo também na mesa, falamos um pouco sobre a nossa tragetória, sobre o mercado de Quadrinhos e sobre outras coisas desse tipo. Para ler a entrevista, cliquem aqui.

Escrito por Fabio Moon às 11h05
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Quadrinhos, Talentos, FNAC, HQ Mix e TV Escola.

Hoje é a entrega do Prêmio FNAC Novos Talentos. Estaremos lá pra revelar os três melhores colocados e apreciar a exposição com os 20 melhores trabalhos.
Antes, será exibido o excelente Dossiê Rê Bordosa, doumentário feito em stop-motion.
Esta semana inteira tem atrações na FNAC, parte do evento HQ O Quê. Destaque pro prêmio FNAC hoje e pro bate papo com o argentino Liniers amanhã.

FNAC Pinheiros, às 19h
Av. Pedroso de Morais, 858 - Pinheiros (SP)
Fone: (11) 4501-3000
ENTRADA FRANCA





Essa semana também tem atrações todos os dias na HQ Mix Livraria, comemorando 1 ano de existência.

Na sexta, vai passar uma entrevista com o Fábio na TV Escola sobre o Alienista, às 9h, 13h e 20h. É o canal 237 da DirecTV, 112 da SKY e 4 da parabólica.


Escrito por Gabriel Bá às 15h28
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SCREAM AWARDS!

Ontem de manhã recebi um email do Gerard falando do SCREAM Awards, que o Umbrella não ganhou e que a cerimônia era confusa, por causa das pausas pra comerciais e tudo mais e que ele não viu quem ganhou a categoria de melhor desenhista.

No fim da tarde, ele descobriu conversando com o Mignola que eu ganhei!

Muito obrigado a todos que votaram.

Agora de volta à prancheta que o trabalho não espera.

Escrito por Gabriel Bá às 11h18
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CBN e FESTCOMIX

Estava viajando e não sabe que ganhamos 3 Eisner Awards? 1 prêmio Harvey? O prêmio Jabuti? 2 Livros selecionados pelo PNBE? Ou simplesmente caiu aqui de pára-quedas e não faz a menor idéia de quem somos ou do que eu estou falando?
Ficou curioso e quer saber mais?

Nesta sexta feira, participaremos do programa Fim de Expediente, na CBN, apresentado pelo Dan Stulbach e amigos. É uma hora falando de Quadrinhos (espero). Você pode ouvir a CBN na internet ou pelo rádio, em diversas freqüências.

O programa vai ao ar às 19h.

Gostou? Ficou curioso? Interessou? Tem revistas e quer autógrafo? Não tem revistas? Tem perguntas, elogios, reclamações?
No final de semana, teremos revistas no Fest Comix pra vender e estaremos lá no domingo às 14h pra uma hora de autógrafos e às 15h pra um bate-papo.

O Fest Comix será realizado nos dias 17, 18 e 19 de outubro, no Centro de Eventos São Luís (Colégio São Luís - Rua Luís Coelho, 323 - Estação Consolação do Metrô - São Paulo/SP).


Escrito por Gabriel Bá às 15h37
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Umbrella Academy no Brasil

De acordo com as notas publicadas no Omelete e no HQM, a Devir vai publicar o Umbrella Academy no Brasil, com previsão de lançamento em fevereiro de 2009.

Em agosto, aprovamos 4 propostas de publicação no exterior, o que me deixou muito feliz. O Umbrella será publicado em breve na Espanha, Alemanha, França e, como dito acima, no Brasil. Duro foi esperar dois meses até a notícia ser anunciada por aqui.

Apocalypse Suite


Escrito por Gabriel Bá às 10h05
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PNBE 2009

Dois livros nossos foram selecionados na lista do PNBE 2009.
Para ensino fundamental, Meu Coração, Não Sei Por Quê.
Para ensino médio, O Alienista.
Uma loucura, parece conto de fadas.



meu-coracao-2007


Escrito por Gabriel Bá às 01h39
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Rascunhos


8out2008-pencil
Alguns rascunhos são rápidos, somente com lápis, mas outros precisam do nanquim. Nem toda idéia funciona no traço, algumas precisam de mais manchas, mais jogo de preto e branco.

Alguns outros rascunhos, como o de baixo, feito hoje durante uma reunião, não precisam nem de rosto.

O rascunho, principalmente os automáticos, são o exercício da mão, são a comunicação entre a cabeça e o papel se tornando mais livre, mais fácil. Talvez não seja mesmo fácil, mas fica mais tranquila, mais descompromissada.


Cris


Escrito por Fabio Moon às 15h53
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nosso iGoogle



Ficou curioso?
Leia o nosso post anterior sobre o iGoogle, faça sua conta e aplique nosso tema à sua página.

Escrito por Gabriel Bá às 19h11
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O lançamento mais esperado do ano.

Pode parecer exagero e o livro não vai revolucionar os Quadrinhos nacionais, mas não há dúvidas que Mesmo Delivery, a graphic novel de estréia do Grampá, é incrivelmente aguardada por muitos há muito tempo, sem ninguém conhecer quase nada sobre o autor ou a obra.

Qual o segredo? Qual a mágica? Ou simplesmente "por quê"?

Aconteceu comigo e ainda acontece com todo mundo. O desenho do Grampá é FODA e, querendo ou não, o meio dos Quadrinhos é muito influenciado pelo lado visual da coisa (e muitos artistas deviam dar mais atenção aos seus desenhos). Bom estilo, cheio de detalhes, o tipo de coisa que prende o olho e impressiona, assim como aconteceu com o Todd McFarlane e o Jim Lee nos anos 80. Comparado com o que existe à sua volta, o Grampá se destaca e muito.

Mas é só isso? Não.



Quando conheci o Grampá em 2004, num trampo que ele me chamou pra fazer na Lobo, simpatizamos na hora um com o outro. Aquele "guri" adorava Quadrinhos e desenhava de tudo, além de ter algumas das idéias mais criativas que eu já ouvi. Ele é muito cativante e seu trabalho também é assim. O Grampá é uma esponja, se adapta fácil em qualquer trampo, em qualquer ambiente e absorve o que há de melhor em qualquer tipo de trabalho que ele possa vir a fazer. Uma das maiores qualidades do seu trabalho é saber misturar todas as influências que ele tem, não importa de que mídia, e criar algo original e que, pegando um pouco de tudo, não se parece com nada que se viu antes. Esse é outro exemplo que deveria ser seguido por mais Quadrinhistas que às vezes se isolam no micro universo dos Quadrinhos pra pautar seu trabalho e disto nunca vão crescer.




O mais engraçado disto tudo é que o Grampá NUNCA HAVIA FEITO QUADRINHOS NA VIDA!!! Idéias ótimas, desenho foda e nunca fez HQ?? Na verdade, é algo extremamente comum no Brasil, onde poucos vão atrás do difícil sonho dos Quadrinhos quando coisas mais fáceis batem à porta e quando contas acumulam em cima da escrivaninha. O Grampá trampava com publicidade, ganhava bem, mandava dinheiro pra mãe e era isso mesmo. Era, até a gente (o Fábio e eu) enchermos o saco dele pra que ele fizesse Quadrinhos. Era um desperdício humano alguém como ele viver escondido, o mercado precisava do Grampá.



Em 2005, convencemos o Grampá a fazer uma HQ pro álbum de faroeste BANG BANG, lançado nos EUA pela Terra Major (do Shane, mesmo autor do Rolando, ainda tentando fazer vingar sua editora) e aqui no Brasil pela Devir. De cara, o Grampá foi publicado lá e aqui, com uma super história de... 4 páginas, quase sem falas. Na hora do vamos ver é que se descobre a distância que separa um desenhista com idéias do Quadrinhista. O Grampá não é de fazer mal feito e o que ele conseguiu fazer foram 4 páginas. Páginas estas que chamaram a atenção de qualquer um que pegasse o livro na mão. As pessoas queriam saber "onde podiam encontrar mais trabalhos do Grampá", mas não havia mais nada, só as idéias na cabeça doentia dele. E assim ficou, incógnito, até fevereiro de 2007, quando ele criou seu blog.

E por que ele criou um blog? Porque, depois de anos de pentelhação, ele finalmente havia decidido fazer uma HQ mais longa e nós havíamos convencido ele a ir pra Comic Con de San Diego pra levar seu trabalho e o convidamos pra participar do 5 conosco. Pra ajudar na divulgação do trabalho e manter acesa a curiosidade do público, ele criou o blog e começou anunciando tudo isso que eu escrevi neste parágrafo, e colocou esta imagem:



Quase nenhum Quadrinhista brasileiro (ou gringo) tem noção de composição e design e, com certeza, nenhum manda tão bem quanto o Grampá. E desta habilidade sem igual ele conseguiu, com um único desenho, fazer com que todos quisessem saber mais dele e, acima de tudo, comprar seu gibi.
Mas não existia gibi.

Isso foi em fevereiro de 2007 e até julho de 2008 ele foi capaz de segurar a atenção, curiosidade e fome do espectador com raros textos sobre sua produção, suas idéias e devaneios, sempre acompanhados de rascunhos, páginas e outras imagens de encher o olho.

Como nós levamos muito a sério o que fazemos, vimos que ele não conseguiria fazer uma HQ para o 5 (idéia inicial de 5 HQs), então mudamos o plano pra capa e divisões de capítulo. Muita correria e o trabalho ficou pronto, do jeito que o Eisner Award conhece. Com o Grampá não existe outra forma de trabalhar, é o caos e as madrugadas que mandam no seu relógio e não há como mudar isso (talvez o tempo).

cover-5-color02.jpg


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Ele não terminou sua HQ a tempo da Comic Con de 2007 e não foi conosco, como ele vinha anunciando por 6 meses. Mesmo no ritmo dele, o Grampá havia pedido demissão da Lobo e estava totalmente dedicado à sua HQ, mas como bom multi-homem multi-talentoso mono-tarefa que ele é, ele acabou se envolvendo em outros trampos como o Resfest e a adaptação do Dobro de Cinco para o cinema. Não importa o meio, sempre projetos de muita exposição. Não é da noite para o dia que se torna Quadrinhista, que se larga tudo e vive de Quadrinhos e toda esta atenção só fazia crescer o mistério sobre este artista e seu trabalho, já passado um ano de produção.



Em novembro de 2007, depois de conversar com a Conrad, Grampá fechou contrato com a Desiderata pra publicar sua HQ no Brasil, sem não ter nem 1/4 do livro pronto. Seu projeto independente ia se tornando maior e a pressão também crescia, com prazos, anúncios e datas de lançamento.



Sem história, com muita lábia no blog e com desenhos incríveis, o Grampá ia cativando e enfeitiçando a todos, inclusive a mídia – nacional e internacional – que sempre exagera na mão e faz o público acreditar em qualquer coisa. É o HYPE e o Grampá é o rei do "raipe", pois pouca gente sabe vender seu peixe como ele (tá aí mais uma coisa que os Quadrinhistas deviam aprender. Tá anotando?). Vende tão bem seu peixe que vendeu os direitos de sua HQ (incompleta) para o produtor Rodrigo Teixeira pra transpor para o cinema, o que já bancou a impressão em 4 cores da edição gringa. Mesmo independente, impresso no Brasil com a supervisão e edição do Lobo (ex-editor da Desiderata), ainda conseguiu fechar a distribuição da revista pela AdHouse.







Muita imprensa, indicação ao Eisner Award (além de tudo, o cara é rabudo pra caralho, pois foi indicado ao Eisner num de seus primeiros trampos. Sem dizer que... ganhamos, né?), editora nacional e gringa engatilhadas e Comic Con se aproximando (AH, passaporte e visto na mão), acabou a brincadeira e ele teve que se puxar pra terminar tudo. Bem do jeito que ele gosta, varando noites, tomando energético e colocando a namorada e os amigos pra ajudar, ele finalmente conseguiu terminar sua primeira HQ.

Não importa se ele demorou 2 anos (demoramos 3 pra fazer o Rolando), se ele falou mais que a boca e estourou todos os prazos que ele tinha. Ele foi até o fim e fez sua primeira Graphic Novel, coisa que muitos não chegam a fazer. Além do desenho sem igual (que muitos comparam com Geoff Darrow e Paul Pope), agora chegou a hora de ler a história, ver qual o conteúdo por trás desta embalagem tão bem feita. Assim como ele faz com os desenhos, ele mistura todas suas influências mais diversas e cria uma história divertida e energética que carrega o leitor por todas as páginas do livro, deixando todo mundo com um sorriso no rosto e querendo ver mais.

Até no lançamento ele se difere dos outros Quadrinhistas. Agendou o lançamento da Mesmo Delivery na Livraria POP, uma micro livraria/galeria super cool e descolada, com patrocínio da Heineken e, depois que a livraria fecha, mudam todos para o segundo tempo na Mercearia São Pedro, reduto boêmio de grande badalação que sempre apoiou o Quadrinho nacional. Ou seja, FESTA, FESTA, FESTA.



O filho nasceu e todos querem ir pra cama com o Grampá e ter o próximo rebento deste guri. As propostas já estão vindo, ele já está desenhando um roteiro do Azzarello pro Hellblazer e escrevendo sua próxima saga junto com Daniel Pellizzari. Seu trabalho vai influenciar muita gente, de uma forma ou de outra, mas as reais perguntas são:
o que o próprio Grampá aprendeu nestes dois anos?
O que ele vai fazer a partir de agora?
Qual o impacto que esta HQ terá no resto da sua carreira?


O mundo dos Quadrinhos é grande demais pro Grampá? Chato demais? Limitado demais?
Como tudo nos Quadrinhos, isto também vai demorar pra ser respondido. Eu estarei lá quando a resposta vier e espero que o Grampá esteja do meu lado.


Escrito por Gabriel Bá às 17h47
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